Categoria - Diversidade

Raças, cores, credos, idiomas, culturas, estaturas, vozes, aptidões, habilidades e deficiências.
Ideologias, espiritualidade e culturas.
Ser diferente é normal.

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Há que diferenciar o povo judeu do Estado de Israel
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Muda o chip
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Preconceito em Uganda
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International Team
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Mais mulheres nas empresas
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Pé rapado

Há que diferenciar o povo judeu do Estado de Israel

Esse massacre de Palestinos na Faixa de Gaza pelo inescrupuloso exército de Israel têm aberto alguns debates interessantes, mas outros um tanto quanto insensatos e tendenciosos.

Tanto aqui na Espanha como aí no Brasil, há um montão de gente que se equivoca em colocar a culpa nos judeus por esse genocídio.

Eu entendo que o caminho nao é por aí.

Desde que foi criado ao final da segunda guerra, Israel é um estado que mata. Terrorismo em série.

Sozinho, já desobedeceu mais resoluções das Nações Unidas que a soma de todos os demais países.

Mas é importante não confundir o repúdio a Israel com questões de ordem religiosa. Não se trata de ser contra judeus, mas contra o Estado de Israel. É completamente diferente.

A questão religiosa que está entranhada não deve ser evocada.

Eu repudio o racismo em todas as suas formas, e como tal repudio também o racismo contra judeus.

As ações de Israel não são ações do povo judeu, que como tal deve ser respeitado.

Ser contra Israel não significa ser contra os judeus, muito embora o governo de Israel tente fazer crer que esta é uma ‘guerra santa’. Não é.

israel-palestina

Muda o chip

PxC promoveu uma campanha patética de recolhimento de alimentos, anunciando que a distribuição seria feita apenas para a população espanhola. Reunidos em praças por toda a Catalunha, eles foram surpreendidos por imigrantes de vários cantos do mundo que adotaram a Catalunha e a Espanha como suas novas casas.

Plataforma per Catalunya (PxC)  um partido da cuja principal bandeira é o combate à imigração, e defende que os benefícios do estado de bem estar social não devam alcançar os imigrantes. 

É um tapa na cara dos reaças.

A luta contra o racismo e preconceito deve ser constante, pois embora sejamos todos iguais, alguns se julgam mais iguais que os outros.

Vale a pena assistir o vídeo e ajudar o mundo a “mudar o chip”.

#CanviaElXip

Preconceito em Uganda

Comentário diário para Rádio Antena 1 de Santa Maria

93,5 MhZ

Para saber mais sobre o tema abordado, clique AQUI.

International Team

Depois de trabalhar mais de dois anos com Política de Inclusão em um projeto no Ministério da Educação em Brasília, em novembro de 2007 eu me mudei para São Paulo.

O desafio era viver uma inesquecível e enriquecedora experiência de vida.

Em comum, a diversidade.

Eu deixava de trabalhar com políticas educacionais inclusivas, com foco no respeito à diversidade e ia para a AIESEC viver a diversidade. Em pouco mais de um ano, fiz parte de 3 grandes times da AIESEC. Todos os continentes representados. 

Morar e trabalhar juntos. Work hard, play harder!

Alinhar expectativas, se comunicar bem, remar para o mesmo lado. Assim é qualquer time de sucesso. Assim também foi na AIESEC.

Na foto, a partir de mim, no sentido horário Nana Rangel, Babi Telles, Cá Sallaberry, Juliet Hiner, Laura Admaityte, Felipe Rebello, Ruth Scovell, Cá Bacchi e Tê Dias.

De janeiro a agosto de 2008, trabalhando full time com esse time para organizar o AIESEC Internacional Congress, que pela primeira vez seria realizado na América Latina. Além dos parceiros globais, representantes de mais de 100 países estiveram reunidos por duas semanas em São Paulo.

Com algumas baixas no meio do caminho, chegamos ao final do Congresso com uma equipe de 55 pessoas vindas de 27 países.  Um turbilhão.

Ricardo Lovatto Blattes ©2016 - Desenvolvido por Opa Web