NEMO AUDITUR PROPRIAM TURPITUDINEM ALLEGANS

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A ninguém é dado o direito de beneficiar-se da própria torpeza. Este é um princípio do direito, mas não da política.
A cassação de Eduardo Cunha é feia, baixa e suja como ele.
Assim agem os outrora parceiros, mas também seus adversários.
Nessas alturas, os golpistas cassam o Cunha por falta de lealdade a ele, e a esquerda progressista o cassa na esperança de que a sua falta de lealdade destrua o governo golpista com delações bombásticas.
Ninguém vale nada mesmo, e na política vale tudo, até mesmo se beneficiar da própria torpeza.
Quem se beneficia com a queda do Cunha? Eis a questão!

Sobre o Autor

Ricardo Lovatto Blattes

Nascido em Santa Maria, formou-se em Direito e Ciências Contábeis.

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