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Arte & Cultura do Flat
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Conheça o Flat
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O surgimento
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Blog do Flat – O Surgimento
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Cozinha Internacional no Flat!!!!

Arte & Cultura do Flat

Desde que nos mudamos para o Flat, nossa vida mudou. Novas atividades, hobbies, hábitos e prazeres foram adicionados em nossas vidas, coisas que inclusive não fazíamos antes, por mera falta de um ambiente que estimulasse a qualidade de vida.

O primeiro deles fora a leitura. Como eu já havia escrito antes no meu Blog, “Maurício começou a ler: investiu R$ 50,00 em uma semana só em revistas, e afirma ter lido no flat mais que em toda a sua faculdade.” O carro-chefe é a revista Piauí, a favorita do Flat. Temos todas. As outras estão na barrinha à direita aqui no Blog, não vou listá-las aqui de novo, é só você (tu, na verdade) olhar.

O segundo hobby foi a gastronomia. Mas disso eu não vou falar aqui, pois já combinei com o Maurício que ele vai postar sobre isso. Mas tenho que dizer que esse é um hobby, senão estaria mentindo, e no Flat nós não mentimos, e quando a gente mente a gente conta depois que foi mentira.

Isso aconteceu com o Blattes ontem mesmo, fora combinado que o Pão de Açúcar era uma merda, e quando Blattes chegou elogiando, a opinião dos outros dois integrantes era oposta, até Blattes desistir de argumentar. É nesse momento em que é revelada a piadinha, e isso é o terceiro hobby.

Já o quarto hobby começou há 2 semanas: o malabarismo. Blattes comprou as bolinhas em Londres, e diz ter aprendido a arte com Ricardo, um colombiando de Bogotá, “irmão da Samira”. Eu aprendi nessas duas semanas atrás. O Maurício falou que isso era coisa de bixa. Hoje está praticando compulsivamente para tentar uma chance do I Campeonato de Malabarismo do Flat, que acontecerá na próxima semana.

Por último, o sorvetinho. Sempre tem.

Portanto, assim como na China eram cultuadas a caligrafia, a pintura, a filosofia, a doutrina e busca interminável pelo desenvolvimento do corpo, mente e espírito, na cultura do Flat primamos pela leitura da Piauí, a gastronomia na panela de barro do Conrado, a piadinha constante, o desenvolvimento do malabarismo e o sorvetinho, que sempre tem.

O surgimento

Haviam muitas pessoas na mesma casa. O ambiente era caótico, a situação era calamitosa, pessoas estavam insatisfeitas, triste, infelizes, a beira de crises. Eram cerca de 15 pessoas, vindas de todos os cantos do Brasil e do mundo, mas que não tinham uma identidade única, algo que os unisse.

No dia 13 de fevereiro de 2007 houve uma revolução. A casa fora reformada, móveis comprados, novas peças arrumadas e finalmente uma realocação de quartos. Às 21:32 havia sido decidido: Conrado Kaczynski, Maurício Schneider e Ricardo Blattes haveriam de mudar para a “casa de baixo”, como era então chamada.

As necessidades eram claras. Era necessária uma melhoria na qualidade de vida, um local onde se pudesse viver com dignidade, compartilhar filosofias e falar de assuntos pertinentes na vida desses indivíduos, como mulheres, trabalho, sexo, reclamações, garotas, viagens, gurias, experiências, meninas, piadas e histórias do Rio Grande do Sul.

Maurício Schneider nascera no interior do estado do Rio Grande do Sul, na metrópole do Alegrete. Estudou engenharia, ciências ocultas, decoração, música, informática e administração, mas assim como Bill Gates, Dee Hock e Luiz Inácio Lula da Silva, ainda não se formou. Schneider já venceu duas vezes o campeonato de Padel de São Paulo, possui uma coleção de raquetes e sempre conta histórias relacionadas, embora ninguém o tenha visto jogar. Destesta cigarros e narguilés.


Conrado Kaczynski, um playboy de Porto Alegre e ex-guitarrista da banda Andar Térreo, largou a faculdade em busca de uma vida repleta de aventuras tendo como base a cidade de São Paulo e como local de trabalho o Brasil e o mundo, hoje dedica-se a relatar sua vida no blog Conrado na AIESEC. Conrado nasceu há 22 anos, treina Kung-Fu duas, três, ou nenhuma vez por semana e hoje corta seu próprio cabelo.

Ricardo Blattes nasceu em Santa Maria, no meio do caminho entre Alegrete e Porto Alegre. Apesar de ter terminado as faculdades de Direito e Contábeis, não é advogado nem contador. Antes de liderar a ‘Revolução de 2008 – Em busca de dignidade”, Blattes morou em Brasília e percorreu de carro as regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil. Nos seus 27 anos já foi barman, garçom e vendedor de sanduíches; além de ter comprado dois violões, um cavaquinho, uma gaita de boca, raquetes de tênis e squash, chuteiras e caneleiras, além de touca e óculos de natação, que hoje estão espalhados nas casas de diversos amigos. Blattes não toca nenhum instumento musical, paga mensalidade de academia e pratica caminhadas.

Fora Blattes o primeiro a pronunciar: “Cára!! Vamo transformá aquilo num FLAT! Hehe!” Desde então, não houve medição de esforços para a construção de um novo lar, um lugar digno onde pudesse ser supridas as necessidades supracitadas. Através de uma forte cultura e dedicação desses três indivíduos, a “casa de baixo” se transformou no Flat.

Flat. Mais que uma casa. Um estilo de vida.

Blog do Flat – O Surgimento

Haviam muitas pessoas na mesma casa. O ambiente era caótico, a situação era calamitosa, pessoas estavam insatisfeitas, triste, infelizes, a beira de crises. Eram cerca de 15 pessoas, vindas de todos os cantos do Brasil e do mundo, mas que não tinham uma identidade única, algo que os unisse.

No dia 13 de fevereiro de 2007 houve uma revolução. A casa fora reformada, móveis comprados, novas peças arrumadas e finalmente uma realocação de quartos. Às 21:32 havia sido decidido: Conrado Kaczynski, Maurício Schneider e Ricardo Blattes haveriam de mudar para a “casa de baixo”, como era então chamada.

As necessidades eram claras. Era necessária uma melhoria na qualidade de vida, um local onde se pudesse viver com dignidade, compartilhar filosofias e falar de assuntos pertinentes na vida desses indivíduos, como mulheres, trabalho, sexo, reclamações, garotas, viagens, gurias, experiências, meninas, piadas e histórias do Rio Grande do Sul.

Maurício Schneider nascera no interior do estado do Rio Grande do Sul, na metrópole do Alegrete. Estudou engenharia, ciências ocultas, decoração, música, informática e administração, mas assim como Bill Gates, Dee Hock e Luiz Inácio Lula da Silva, ainda não se formou. Schneider já venceu duas vezes o campeonato de Padel de São Paulo, possui uma coleção de raquetes e sempre conta histórias relacionadas, embora ninguém o tenha visto jogar. Destesta cigarros e narguilés.

Conrado Kaczynski, um playboy de Porto Alegre e ex-guitarrista da banda Andar Térreo, largou a faculdade em busca de uma vida repleta de aventuras tendo como base a cidade de São Paulo e como local de trabalho o Brasil e o mundo, hoje dedica-se a relatar sua vida no blog Conrado na AIESEC. Conrado nasceu há 22 anos, treina Kung-Fu duas, três, ou nenhuma vez por semana e hoje corta seu próprio cabelo.

Ricardo Blattes nasceu em Santa Maria, no meio do caminho entre Alegrete e Porto Alegre. Apesar de ter terminado as faculdades de Direito e Contábeis, não é advogado nem contador. Antes de liderar a ‘Revolução de 2008 – Em busca de dignidade”, Blattes morou em Brasília e percorreu de carro as regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil. Nos seus 27 anos já foi barman, garçom e vendedor de sanduíches; além de ter comprado dois violões, um cavaquinho, uma gaita de boca, raquetes de tênis e squash, chuteiras e caneleiras, além de touca e óculos de natação, que hoje estão espalhados nas casas de diversos amigos. Blattes não toca nenhum instrumento musical, paga mensalidade de academia e pratica caminhadas.

Post originalmente publicado AQUI

Cozinha Internacional no Flat!!!!

Como vocês já puderam notar, o flat é um ambiente multicultural, com influências desde “Dinastia Ming” até a “Dança Creu”, passando pela leitura, a música, o malabares, e finalmente… a Culinária.
Capitalizando na vasta diversidade e bagagem turística dos moradores, amigos e hóspedes do flat, com passagem em grandes cidades como: Manuel Viana, Alegrete, Mantena, Itapecirica da Serra, e a “grande Araguari”, não poderíamos deixar de experimentar a gastrônomia das megalópoles supracitadas.
Bueno, vamos então ao mais tradicional e popular prato do Flat, (o segundo prato mais apreciado naquele País que fica lá depois de Santa Catarina, aonde o vento faz a curva, entre o Uruguai e a Argentina, o tal de Rio Grande do Sul) o Arroz Carreteiro.
Sexta-feira é dia de feira na Vila Mariana, e não na quarta-feira, como diria o poeta, nosso amigo falção. “Então” (2 anos em São Paulo deixa o peão com este cacoete), a feira, uma das idiossincrasias da classe média, é o lugar preferido dos moradores do flat para as compras de legumes, vegetais, frutas, queijos, tapioca e até pastéis.
Fora numa sexta-feira, 2 da tarde, um “solasso” de rachar a moleira, que o nosso cientísta político Ricardo Blattes anúncia: “to indo na feira…”. Na volta o moço se apresenta com 1 kg de charque dizendo: “Tche meu irmão… vamuuuu faze um carreteiro de charque????”, folclórico como só ele sabe ser.. Pergunto eu então: “Tche loko, tu sabe fazer este negócio????” A resposta era óbvia, guri de apartamento criado pela avó… não sabia nem que se deve ferver o charque para tirar o sal, e ainda queria colocar tomate no carreteiro!!!!! “Carreteiro nunca foi tomate!!!!” Bueno, estas e outras iguarias do flat você pode conferir no vídeo.
Caros internautas, gostaríamos de contar com sua participação… envie um email para emaildoflat@gmail.com com sua receita. Os melhores pratos serão registrados e apresentados aqui neste blog. Contamos com sua participação!!!!

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